O que é felicidade? Para alguns, ela tem preço, forma, cor e textura. Para outros, rosto, nome e endereço. A verdade é que ser feliz é muito mais interno que externo; é tão simples e palpável que a gente complica. A felicidade pode esconder-se por trás de um sorriso sincero ou aconchegar-se dentro de um abraço. Pode escorrer pelos olhos ao matar uma grande saudade. Pode revelar-se na graça da conversa com aquele amigo bobo. Pode estar no prazer de ler uma boa história ou mergulhar num oceno de conhecimento. Felicidade não é artigo, é poesia. É saber estabelecer valores. É abraço quentinho na cama, mas também pode ser sair casa afora e tomar um belo banho de chuva. Exercício da virtude e não da posse, como já dizia Aristóteles. O que te faz feliz?
Um dia você vai encontrar o homem da sua vida. Seu melhor amigo, sua alma gêmea, aquele que você poderá contar seus sonhos. Ele vai tirar seu cabelo dos olhos. Te enviar flores quando você menos esperar. Ele vai ficar admirando você durante os filmes, mesmo que ele tenha pago 8 reais para assistir. Ele vai te ligar para dizer boa noite só porque ele sente sua falta. Ele vai olhar no fundo de seus olhos e dizer: ‘’Você é a garota mais bonita do mundo.’’ E pela primeira vez em sua vida, você vai acreditar.
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| — | Nicholas Sparks. (via eucanseideserbobo) |
Os livros não matam a fome, não suprimem a miséria, não acabam com as desigualdades e com as injustiças do mundo, mas consolam as almas, e fazem-nos sonhar.
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| — | Olavo Bilac (via aquarelar) |
Quando a gente gosta, a gente começa emprestando um livro, depois um casaco, um guarda-chuva, até que somos mais emprestados do que devolvidos. Gostar é não devolver, é se endividar de lembrança.
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| — | Fabrício Carpinejar (via cascalhos) |
Não resmungou nem gemeu nem bateu com os pés. Simplesmente engoliu a decepção e optou por um riso calculado - um presente dela para si mesma.
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| — | A menina que roubava livros (via i-n-v-e-n-t-a-r) |
Fica mais, fica mais um pouco, porque muito de você pra mim ainda é pouco.
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| — | Charlie Brown Jr. (via importar-se) |
Há dias que eu acordo com uma vontade que não cabe em mim, de tão grande que é. Vontade de um abraço, vontade do seu abraço. Nunca dei muita atenção para abraços, não que eu não gostasse, muito pelo contrário, mas depois de você o abraço tornou-se uma das melhores coisas do mundo, aí que está, eu não havia – ainda – encontrado quem me abraçasse com tanto carinho e proteção, que me fizesse esquecer o mundo. Às vezes, é disso que preciso, esquecer o mundo. Esquecer a correria do dia-a-dia, todos os problemas. E fazer dos seus braços o meu porto-seguro, o meu abrigo, a minha morada. É em seus braços que eu me acalmo, que a respiração desacelera, que eu me sinto segura, que eu me sinto feliz. Mas, não é só nos momentos tristes e angustiantes que eu quero seus braços, quero um abraço para poder dividir a felicidade que eu estou sentindo, quero o abraço para matar a saudade que me martirizou o dia todo. Esses dias de vontade louca, eu quase que não me aguento. Olho no relógio a cada cinco minutos e rezo para que o tempo voe, para que eu possa te ver o mais rápido possível. Aí quando nos encontramos, não preciso de mais nada, nem palavras, nem beijo, basta o abraço. Se lembra quando estávamos caminhando juntos e você olhou para os fios de eletricidade e me mostrou um casal de passarinhos? Então, lembra-se o que você falou? Que éramos nós dois lá, juntinhos. E que só não era perfeito, porque pássaros não têm braços. Eu fiquei pensando nisso o resto do dia. É assim que eu me sinto, um passarinho. Delicada e pequenina. Só que diferente dos pássaros, você me acolhe, me protege e cuida de mim em seus braços. Eu me aninho neles. O abraço é transmissão de carinho, de amor, de coisas boas. O abraço muda meu humor, muda meu dia. Me abraça, amor?
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| — | Rita Apoena. (via d-e-s-a-t-a-r) |
Está faltando amor nessa receita! - disse o cozinheiro chefe, criador e responsável pela vida.
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| — | Guilherme M. (via mente-perturbada) |